sábado, 24 de fevereiro de 2024
Minhas lágrimas
Minhas lágrimas
Não são
Em vão
Elas caem e ilustram o desabafo de uma alma cansada
Não há
O anseio do suicídio
Mas faço o desabafo
Do choro
De um coração abalado por más companhias
Eu preciso desabafar
Há a minha vontade
De beber
O drink de poesia
Me embebedar e curar do caótico cérebro que possuo
Eu poderia sair
De forma excêntrica
E me abalar por meu furacão humano
Com a ansiedade dançando
Mas prefiro me enudecer
E deixar que a chuva beije minha nudez adoecida


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