domingo, 7 de janeiro de 2024
no mundo
No mundo
Há um caldeirão
E nele
Há pessoas sádicas
Querendo observar a morte ao vivo do próximo
Que mundo
É esse?
Mundo doentio?
Não,
Seres humanos são nojentos
Que me faz querer gorfar o ódio vulcânico de mim
Vergonha
É viver aqui
Decepção
É querer jorrar amor
E ver que muitos querem amamentar aos seios do ódio
O humano nasce
Sem ser ruim
Mas os mais velhos
Tão insanos, o faz observar o ódio em sangue
E assim, um futuro insano está na terra para cometer o horror
Há aqueles que julgam
Com ódio
Há aqueles
Que fazem versos querendo ceifar o próximo
O humano
É doente
E eu quero mesmo
É fazer um rap
Da minha alma fazendo vomitar pelo coração
A minha revolta por eles
O prazer é matar?
Então, prazer
Não sou uma humana
Mas sim uma insana em sã consciência que não quer ceifar o próximo
Porque o meu prazer é jorrar amor
Prazer, não sou o lixo humano


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