segunda-feira, 20 de dezembro de 2021
a Caroline
A Caroline
Quão elegante
És vossa senhoria que soube
Tão bem despertar
Minha atenção
E desenhou em mim
Um sorriso na alma
Fazendo eu sorrir
Num rosto entristecido
E quão sortuda, sou
A Elizabeth
Amante de tango
Que sou
A convidou
E dançamos juntas
Onde a nossa dança
Foi como se fosse fogos de artifícios
Esbanjando a tua beleza
Caroline
Ela me lembrou
Um cisne numa lagoa
Que, ao abrir suas asas
Esbanja sua beleza
E essa elegância
Só ela tem
E só ela, tão bem
Me faz dançar tão perdida
Em seus olhares
Que são um labirinto de flores
Tão lindos em observar
É, Caroline
Que coincidência
De Palmas até Zurique
Eu fui, com um coração incolor
Uma poesia, sem som
Mas ao encontrá-la
Um mundo ressurgiu
E o arco íris surgiu
Diante dos meus olhos
Cinzentos, sem cores a observar
Em minha alma
Que não havia a maestria de tua beleza
Encantando a Elizabeth apaixonada
Em se aventurar em paixões
Que se iniciam? Durante o crepúsculo


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