quarta-feira, 29 de abril de 2026
o pedido de casamento
Em um entardecer, não tão movimentado na praça do Beija-flor, Helida diz:
-Helida_ eu ouso te beijar por aqui e te fazer se derreter em meus lábios apaixonados, mesmo que o sol esteja a festejar o calor que nele há.
Leonezia, sorriu como ousada que é, diz:
-Leonezia_ aonde eu estiver, eu vou lhe beijar, mesmo que seja em um deserto tão intenso em calor, mesmo no Pólo norte. Aonde for, porque o nosso amor de anos e anos existente, consegue muito bem, definir o quão forte é esse romantismo, se eu for definir o nosso amor, é aquele idêntico à uma erupção de emoções do nosso amor.
Helida sorriu, dizendo:
-Helida_ um dia, quero te beijar em uma chuva tão intensa, mas que motivasse a nós nos amar diante dela porque nós somos uma arte em forma de beijo e eu quero tão bem, declamar em uma obra, o que somos de verdade, um romantismo em pintura a óleo.
Leonezia, se ajoelhou, pegou as alianças de seu bolso e disse:
-Leonezia_ Helida, há uns dias eu vim imaginando essa cena e hoje, aproveitando que o sol estas a cantarolar ao céu, eu quero lhe pedir, você aceita se casar comigo?
Helida, sorriu tanto, ficando a lacrimejar em emoções e respondeu de forma tão feliz:
-Helida_ Sim, Leonezia, eu aceito sua mão em casamento, até porque lhe sinto desde tão pouco tempo que somos casadas entre almas, como vivemos há anos, impossível viver sem você e hoje? Sim, sinto você, para mim, que é minha tão grande mulher, se eu digo te amar? É pouco, até porque esse amor atravessa fronteiras e fronteiras.
Elas sorriram e se beijaram, com o céu azul, tão lindo de ver, e assim, elas mostraram, que há um grande amor por elas, onde em volta, nem há tanto amor, apenas por elas.


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