segunda-feira, 27 de abril de 2026
a condessa Mariella La Foggia
Mariella La Foggia, a camponesa, que ao sonhar, ficou a voar pelas nuvens. Tornou-se uma pianista e dançarina, pude vê-la se entregando no balé e era como se ela saltasse tão delicadamente a encantar quem iria vê-la dançar e o que ela fazia, era como tudo se tornasse ainda mais artístico.
Ela é tão mágica, que o seu olhar torna um dia melancólico, a eufórico e o que seria da senhorita Foggia, sem a magia artística? Ela seria um sol sem brilho porque ela é a própria maestrina de onde moras.
Ao se perder em seus olhares, é como se estivesse em uma orquestra, mas era além de uma sinfonia, talvez ela seja o próprio oceano em forma de mulher ou até mesmo uma constelação. A intensidade naquele olhar é ímpar e quando ela se entrega ao solo de piano, é como se ela fosse dançar no mesmo e nos encantar com sua arte. Nessa manhã, ao acordar, ela disse:
-Foggia_ se eu, sou a condessa dessa cidade tão gigantesca, que eu seja a perdida poeticamente diante de cada nota do piano ou até mesmo uma magia da dança. Quero tão bem, encantar aqueles olhares sem vida, quero reviver quem se sente morto por aqui, se eu não fosse essa mágica em forma de mulher, o que seria, eu? Pois, nasci para querer fazer a diferença na vida de alguém, quero fazer corações reviver na vida e quando eu encontrar a minha majestade, que ela, seja a minha poetisa para domar o mar que ela irá se relacionar.


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