sexta-feira, 20 de março de 2026
o romance da princesa Leonor
Ela me aguardou lá, sentada e com uma tão bela pose, tão bem vestida que faria meu coração se encantar pela sua tão vasta beleza, eu logo entrei e disse:
-Elizabeth_ eu lhe aguardava há tanto tempo, para justamente observar a sua tão vasta beleza, quem seria eu agora, sem lhe observar? Eu quero te fazer um convite, para dançar uma valsa comigo em um baile que haverá amanhã e sinto em meu coração que eu devo te convidar, porque há tempos queria sair contigo porque sinto um forte sentimento em meu coração pela vossa majestade.
Ela sorriu de uma forma tão delicada, que naquela hora, queria de verdade, um beijo, mas apenas o seu olhar, me deixou totalmente encantada e eu pude naquele momento, me sentir de verdade, tão bem apaixonada.
Leonor, com sua beleza tão imensa, me faz cantarolar e eu me torno logo, uma soprano em minha residência e enquanto não chega o dia do amanhã, fico a imaginar aquela tão bela mulher diante de mim, dançando de forma elegante.
A noite está chegando e minha vontade de compor uma música é imensa, que logo faço uma composição da minha tão grande paixão. Ela é a minha inspiração, que realmente me faz dançar, sorrir, compor... Não sei, apenas sei que ela tanto me inspira, que novamente quero amar alguém, depois de tanto tempo que me separei de Hélida, quero novamente um romance e Leonor apareceu há pouco diante de mim, tocando o meu coração, que se sentiu de verdade apaixonado.
A noite chegou e ela não conseguiu resistir e dormiu por horas e horas, deixando sua composição ainda inacabada. Quando ela acordou, eram 5:00 horas da manhã, levantou e foi logo tomar um banho, tomar um café e retornar em sua composição que ainda não terminou.
O amanhecer se iniciou....
Acordei tão feliz, que eu quero de verdade viver essa manhã com tamanha emoção e nesse momento, quero de verdade terminar minha composição, e faço questão de tocá-la logo ao meu violino. Essa obra, escrevi quando estava sentindo o calor da minha paixão se proliferando em minha alma.
Não acredito que Leonor aceitou o meu convite, estou apaixonada de forma tão inexplicável, mas uma paixão que poucos saberão que existe, apenas Hélida e mesmo que nós duas não demos certo, temos uma amizade hoje. Ela inclusive, sempre me deseja toda felicidade nessa vida e pelos seus olhares, ela demonstra o vasto afeto em seu coração, por mim.
E finalmente, minha obra foi finalizada e agora posso tocá-la diante dela e o meu anseio de vê-la com os olhares marejados, é o meu maior anseio hoje porque quero sentir a sua emoção pegando fogo e um dos meus desejos é fazê-la sorrir.
O dia foi passando e a Elizabeth foi se organizando para encontrá-la ao baile no centro de Paris. Ela se organizou como se fosse casar, mas é apenas vontade de encantar a Leonor mesmo e aos poucos, a conquistar com o seu coração tão carregado de amor e Hélida vai com ela, dançar com outra tão bela condessa.
A noite chegou...
Finalmente chegou a noite, vou logo ao baile, com minha composição, que escrevi com fervor do coração, quando eu tocá-la, vou logo vê-la e depois dançar com ela.
A noite se iniciou bem, mas era a segunda guerra mundial na época e quando elas estavam dançando, uma bomba caiu logo nesse momento, falecendo todos que estavam presentes.
Décadas se passaram e elas reencarnaram. Elas nasceram no mesmo ano e em Copenhague nasceu Leonor, Elizabeth em Londres e Hélida, em Madrid. Elas cresceram e quando menos esperavam, se encontraram e quando houve o encontro entre elas, cada uma sentiu em seu peito, que havia um porquê delas se encontrar.
Obviamente, elas se chamaram pela Internet e foram se conhecendo, até que Hélida diz a Elizabeth:
-Helida_ sinto profundamente que nós temos uma grande ligação e sempre que ouço La Campanella, lembro de você, como se você tivesse vivido comigo há décadas atrás.
Elizabeth, não se surpreende, inclusive ela aguardava por essa conversa, justamente com a Hélida, que se sentiu próxima dela e ela diz:
-Elizabeth_ eu acredito que sim, éramos há décadas passadas, um casal. Mas você acredita que sinto uma aproximação tão forte pela Leonor? Mesmo em pouco tempo conversando com ela, sinto, como se eu fosse apaixonada e eu a vi, meu coração floresceu de emoção e hoje quero tanto ir a Copenhague e por incrível que pareça, antes de encontrá-la, eu queria há um tempo, ir a Copenhague.
Leonor e Elizabeth foram se aproximando e Hélida, foi incentivando elas a se aproximar porque, entre as três, a Hélida é a que sente mais intensamente sobre reencarnação e ela mesmo segue o próprio espiritismo.
Se passou alguns meses e finalmente Leonor e Elizabeth foram se encontrar, e Elizabeth foi a Copenhague, mas foi tão difícil delas se reencontrar, mas quando elas se encontraram, Elizabeth estava tocando uma música de Chopin, um de seus pianistas preferidos e quando tocou uma de suas valsas, Leonor se sentiu atraída e finalmente a viu no piano, ela terminou de tocar, o brilho no olhar delas foram como o sol nascente pela manhã, elas se abraçaram e houveram um diálogo entre as mesmas, até que Elizabeth, com o olhar tão apaixonado, ficou a cantarolar e com seus lábios, disse:
-Elizabeth_ fiquei tanto lhe querendo encontrar e como finalmente estamos abraçadas e com o coração tão flamejante, que tal termos um beijo soprano?
Leonor, sorriu de uma forma poética e a respondeu, com o coração queimando em emoções e a disse:
-Leonor_ como sinto você próxima de mim, éramos um casal que estávamos nos encontrando no passado, mas a morte impediu, mas agora que estamos juntas agora, que sorte a nossa do nosso encontro e tudo que quero nesse momento é sentir seus lábios me derretendo de amor e hoje, quero viver contigo até não viver mais nessa vida.
Elas se beijaram e Elizabeth decidiu morar em Copenhague e elas moram ao lado da outra. Elas foram se aproximando, até que elas formaram um casal belíssimo de Copenhague e hoje elas vivem felizes e Helida é a própria amiga de ambas


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